EMBU DAS ARTES: TRADIÇÃO EM MOVELARIA


Embu das artes não só é conhecida como a cidade das artes e gastronomia, mas também como a cidade dos móveis. Desde 1960 a cidade conta com várias marcenarias e lojas especializadas em móveis dos mais variados estilos, além de uma feira anual do setor.

Em um passeio pelo centro histórico da cidade o visitante irá encontrar lojas especializadas em móveis, que vão desde o estilo rústico até os mais sofisticados móveis encontrados nas mais conceituadas feiras de design contemporâneo. Dentre essas lojas, destaca-se a Malyla's - Design e Antiguidades.


Malylas, design e antiguidades

A MALYLA'S - A 1ª LOJA DE DESIGN DE MÓVEIS EM EMBU DAS ARTES


Com quase de 25 anos de existência a Malyla’s Design Antiguidades foi eleita uma das lojas mais tradicionais no setor moveleiro na cidade de Embu das Artes. Oferecemos soluções em móveis sob medida, antiguidades e móveis conceituais para qualquer tipo de ambiente.

A marcenaria própria, situada no interior de São Paulo com mais de 3.000m², associa artesão e madeira, em uma técnica única de produção e possibilita a confecção de qualquer modelo de móvel, com Design exclusivo para o cliente final.

Além da qualidade e comprometimento da empresa, oferecemos ao cliente, consultorias com arquitetos, designers e referências da Milan furniture Fair, para auxiliar na elaboração de cada peça caso seja necessário.

acesse nosso site: www.malylas.com.br


Madeira de demolição

MADEIRA DE DEMOLIÇÃO: VERSÁTIL, ATEMPORAL E SUSTENTÁVEL.


Madeira de demolição é um símbolo de exclusividade e sofisticação em tempos de conscientização ecológica, pois possibilita o reuso de matérias-primas que seriam descartadas, diminuindo a demanda por madeiras novas.

São madeiras nobres em extinção, provenientes de elementos de antigas construções tratadas, restauradas e remodeladas. Além de contribuir para a preservação ambiental, a madeira de demolição é extremamente durável. Já que passa por um processo de estufa natural, que garante uma alta resistência por estar extremamente seca.

Outro aspecto importante é o fato de que a madeira de demolição tem uma versatilidade que nenhum outro material possui, pois pode receber tratamento diferenciados ao longo dos anos, além de aceitar uma grande possibilidade de acabamentos.

Pode ser clareada, escurecida, lisa ou manter uma aparência envelhecida com características singulares como as marcas de prego e riscos, que trazem aconchego ao ambiente e permite uma mistura que harmoniza com peças modernas.


Embu das Artes

MAIS SOBRE EMBU DAS ARTES


Em 1624, Fernão Dias e sua mulher Catarina Camacho, grandes proprietários da região, doaram à Igreja Católica uma quadra de terras para construção da Capela de Nossa Senhora do Rosário, iniciada em 1628, pelo Padre Belchior de Pontes que transferiu, para suas proximidades, a aldeia de M'Boy.

O nome M'boy é de origem tupi-guarani e significa cobra grande. Conta a lenda popular que o nome da aldeia foi dado em homenagem ao índio que salvou da morte o padre Belchior de Pontes e morreu envolto por uma grande cobra. M'boy passou por várias derivações (Boy, Bohi, Bohu, Emboi, Alboy, Embohu) até chegar a Embu.

A construção do convento, anexo à capela foi iniciada em 1740 pelo Padre Domingos Machado. Na época, foram reunidos no aldeamento vários padres artistas que elaboraram os trabalhos de decoração da mesma. As verbas necessárias às douraduras dos entalhes das paredes de madeiras e grande número de imagens, foram possibilitadas pela venda do algodão que cultivavam em grande escala.

Aparador Embu   Banco em madeira de demolição Restaurante Asia 70   Mesas de jantar Restaurante Asia 70   Mesas de jantar Restaurante Brasil A Gosto   Banheiro madeira rústica Embu das Artes   Móveis Ambientes Embu das Artes
Bancos em madeira de demolição   Banco no Restaurante Asia 70   Mesa de jantar no Restaurante Asia 70   Mesa de jantar no Restaurante Brasil A Gosto   Banheiro em madeira rústica   Ambientes decorados

A dificuldade de comunicação não permitiu o rápido desenvolvimento do povoado. Somente no final do século XIX, a Cúria Diocesana de São Paulo contratou o engenheiro Henrique Bocolini para demarcação do patrimônio; o qual, reconhecendo os valores artísticos da capela e do convento, realizou as primeiras obras de apoio à conservação das construções.

Suas terras, no entanto, eram impróprias para a cafeicultura, principal atividade econômica da época. Assim, Embú entrou noutro período de retração que durou até meados do século XX, quando a capela e convento foram tombados pelo Estado que procedeu às devidas restaurações.

A partir dos anos 1960, instalaram-se no munícpio artistas como Claudionor Assis e Solano Trindade que junto com outros artistas fundaram a famosa Feira de Artes e Artesanato. Hoje a feira reúne mais de 460 expositores e ocupa todo o Centro Histórico. As barracas oferecem peças variadas chamam a atenção os tabuleiros de xadrez e de gamão em pedra-sabão vindos de Minas, as bonecas de cerâmica do Vale do Jequitinhonha e as luminárias importadas do Marrocos e da Índia.

Embu está apenas 30 minutos de carro do centro de São Paulo, com opções de lazer, cultura e gastronomia.


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